#INFORME - Participação 10° Bienal da UNE
Venho por meio deste informar minha presença e atividades na 10° Bienal da UNE, que ocorreu dos dias 29 de janeiro à 01 de fevereiro em Fortaleza no Ceará. A União Nacional dos Estudantes com seu peso institucional vem por meio desta edição trazer a “Feira da reinvenção”, trazendo o potencial criativo do povo brasileiro e sua capacidade de recriação de práticas, linguagens, formas de luta e de arte, mesmo sob as adversidades e injustiças. Foram 04 dias com mais de 100 atividades no Centro Dragão do mar de Arte e Cultura, mais de 1000 trabalhos submetidos e 500 inscrições para coberturas colaborativas, esta Bienal vem com uma grande imersão cultural, fazendo com que o estudante saia de suas salas de aula e participem do maior encontro estudantil da América Latina. Tendo também outro encontros no mesmo espaço, como o I Encontro de Jovens Cientistas Negros, 3° Encontro Nacional de Grêmios e 1° Encontro LGBT da UBES, fazendo deste um espaço democrático e aberto, gerando um intercambio de conhecimento incomparável.
Eu, Marcos Aurelio, participei com apresentação e publicação de artigo científico intitulado “DISCUTINDO A DEMOCRACIA PARTICIPATIVA E O INCENTIVO PARA A CONSTRUÇÃO DE POLÍTICAS PÚBLICAS PARA A SOCIEDADE LGBTT NO BRASIL”, levando a reflexão do processo histórico da democracia e a inserção da sociedade LGBTT na mesma, os primeiros passos políticos LGBTTs e um levantamento das políticas públicas criadas para a melhoria da qualidade de vida desta sociedade e sua crescente participação pela reivindicação dos mesmos.
Por meio das pesquisas se viu crescente participação da população dês da representatividade em pautas distintas a participação de pautas próprias, tanto pela inserção desta discussão nos âmbitos sociais como a promoção por meio do Estado de propagandas visando a qualidade de saúde e bem-estar social desta população, os espaços estão se tornando mais dinâmicos e mais receptivos, porém a conquista de portais e leis ainda são escassos contrapondo-se as demandas da população LGBTT em nosso país.
Por fim a Bienal nos mostra grandes dificuldades nos âmbitos sociais, principalmente dentro das escolas, faculdades e universidades na manutenção dos jovens dentro das salas de aula, combatendo sempre o racismo, machismo e LGBTfobia de forma criativa e inovadora. Nos organizando nas bases estudantis, promovendo formação política de qualidade e saudável, resistindo sempre com nossas bandeiras de luta, focando na construção de um Brasil justo e igualitário para todxs.









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